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O Prazer Analpor Leonardo Honda

História da Busca pelo Prazer Anal

Pouco sabe-se sobre o processo da revolução sexual pela qual a humanidade atravessou desde seu surgimento, há cerca de 10 mil anos. Miutos dizem que, evolutivamente, a sexualidade teria surgido apenas para a reprodução. Mas ao menos para nossa espécie isso mudou, e como!

Claro, não devemos nos basear na Bíblia para compreender a busca da sexualidade humana. Entretanto, por ser considerado o livro mais antigo já escrito, ela traz registros importantes para a compreensão do tema, pois mostra os conceitos da sociedade na época. A igreja católica condenava (e ainda condena) o sexo que não fosse para procriação, sendo pecado sua prática para qualquer outra finalidade.

Se a prática do sexo apenas para o prazer já era considerada errada, o que pensariam a respeito do sexo anal? E se condenam o sexo anal em mulheres, o que pensariam na prática entre pessoas do mesmo sexo? A igreja classificava a sodomia entre "imperfeita" e "perfeita". A primeira era a penetração do homem no ânus da mulher, dita "via não natural". A segunda era entre duas mulheres (sodomia foeminarum) ou dois homens. Por qualquer um desses casos, a inquisição católica levava muitos a forca e a fogueira. Na França e Inglaterra medievais, o coito anal era passível de prisão perpétua ou guilhotina.

Mesmo nos dias de hoje essa prática ainda é um tabu para muitas pessoas, mas nem sempre foi assim. Bem antes do surgimento dos preconceitos modernos, o sexo anal era praticado tanto por mulheres quanto entre homens por diversos motivos. Povos índigenas africanos e norte-americanos, por exemplo, faziam sexo anal como forma de dominação, status, prazer e iniciação sexual. Registros de cinco mil anos atrás mostram que na Mesopotâmia esta prática era comum, fazendo também parte de rituais sagrados dos Assírios. Para outros povos, como o da Roma antiga, o sexo anal era uma forma que alguns homens encontravam para não tirar a virgindade de suas esposas antes do casamento ou para evitar engravidar suas companheiras.

Outro bom exemplo foi a Grécia antiga, onde era comum as pessoas manterem relações anais tanto hetero quanto homosexuais. Em ambos os casos, a beleza e experiência eram muito valorizadas. Os jovens costumavam despertar desejo nos mais velhos devido à virilidade do corpo jovem, que por sua vez queriam aprender com os mais velhos.

Anatomia do Orgasmo Anal em Homens e Mulheres

O ânus humano, tanto nos homens como nas mulheres, contém uma grande concentração de terminações nervosas e vasos sanguíneos. Por esse motivo, é uma região altamente sensível. Além disso, por se encontrar muito perto da área genital, o esfíncter anal é por vezes associado à sexualidade, tanto física quanto emocional. Desta forma, ele é considerado uma das regiões mais erógenas do corpo, sendo que seu estímulo adequado e seguro pode levar de fortes sensações de prazer e orgasmos, apesar de diferentes da sensação de penetração vaginal, estimulação do clitóris ou da masturbação do pênis.

Mas a grande "mina de ouro" do prazer anal está em um orgão que pertence exclusivamente aos homens: a próstata. Essa glândula que controla as funções sexuais masculinas pode ser acessada e "tocada" pelo reto com o dedo ou aparelhos especializados, ação que causa um orgasmo muito intenso. Por esse motivo, ele é conhecido pelos especialistas como Ponto G Masculino ou Ponto P. Uma das pioneiras no estudo desse processo foi a famosa sexóloga Shere Hite, que o descreveu no seu famoso relatório sobre a sexualidade masculina em 1981.

O que ocorre durante um orgasmo prostático é o mesmo que ocorre durante um orgasmo tradicional, porém, com maior intensidade e duração. É desencadeada uma série de ações involuntárias como espasmos, gemidos e aumento dos batimentos cardíacos. Há também um intenso prazer físico controlado pelo sistema nervoso autônomo em ciclos rápidos de contrações musculares na região dos órgãos sexuais e ânus. Esse orgasmo pode ser muito mais intenso do que o tradicional, com ou sem ejaculação, já que uma função não depende da outra para acontecer. Entretanto, para prolongar a sensação de prazer, especialistas recomendam não ejacular para evitar o período refratário.

Por fim, tanto a estimulação dos nervos pélvicos acessados pela masturbação anal quanto a massagem na próstata pouco adiantam se o praticante ter preconceitos ou inseguranças emocionais. Esses são os maiores obstáculos na hora de sentir esse prazer que é puramente fisiológico.

Cuidados e Brinquedos para Estimulação do Prazer Anal

Quando o assunto é sexo anal, a preocupação com saúde e segurança devem ser redobradas. Os tecidos da parede do reto são sensíveis e possuem muita irrigação sanguínea, facilitando a ocorrência de feridas e o contágio de doenças sexualmente transmissíveis. A região deve estar higienizada e lubrificada. Devem ser utilizados apenas brinquedos eróticos especializados na introdução anal, que sejam feitos de materiais de muito boa qualidade. No caso de penetração do pênis, o uso da camisinha é obrigatório.

Higienização Anal

Apesar de estritamente necessária por motivos óbvios, muita gente se esquece de limpar bem a região do ânus antes da masturbação ou sexo. Deve-se utilizar água morna, corrente e em abundância. Muitos utilizam o bidê ou chuveirinho do banheiro, mas é preciso tomar cuidado com a força excessiva do jato.

Uma alternativa muito interessante é a utilização da ducha íntima, um acessório simples e barato, mas muito eficiente para limpeza do reto. Ela joga gentilmente a água na medida certa de uma maneira precisa e segura.

Lubrificação Anal

Outro erro comum é a falta lubrificação do ânus ou utilização de substancias impróprias para esse fim. Para qualquer tipo de ação, a região anal deve estar muito sempre lubrificada com lubrificantes a base de água, como o erosgel e o lubrigel.

Brinquedos para Masturbação Anal

Para aqueles que querem sentir as sensações prazerosas da estimulação dessa zona erógena, o mais recomendado é a utilização de brinquedos eróticos especializados no tipo de prazer que se busca.

Para os homens que buscam o orgasmo prostático, não há nada melhor e mais seguro do que o estimulador de próstata. Apesar de ter sido criado por um urologista para uso estritamente médico, os pacientes começaram a relatar ocorrência de orgasmos muito intensos e duradouros, alguns próximos a cinco minutos de duração, muito parecido e até superior ao orgasmo feminino. A descoberta levou a criação da empresa Aneros para comercialização do invento como produto erótico, já ultrapassando a marca de um milhão de unidades vendidas. Atualmente existem algumas cópias deste invento, mas o usuário deve se certificar se o produto é feito com material apropriado (plástico ou silicone antialérgicos e de uso médico) e que tem o design anatômico perfeito e seguro como o Aneros. Caso contrário, não deverá funcionar e poderá trazer sérios riscos à saúde.

Para mulheres e homens que buscam o prazer da estimulação pelvica, a recomendação é pelo Peridise, disponível em um kit com quatro tamanhos diferentes. Ele funciona de uma forma exclusiva e inovadora que aproveita os movimentos peristálticos da região para fazer uma massagem completa e surpreendente. Ao contrário do que muitos pensam, o iniciante deve começar utilizando o maior. O Peridise foi desenvolvido para treinar os músculos da região anal fazendo com que seu usuário tenha um controle melhor de todos os músculos. Quando chegar ao maior, o usuário estará fazendo um esforço menor para mantê-lo dentro de si na posição correta. Ele é bem confortável permitindo o usuário a executar muitas tarefas diárias enquanto o mantém dentro de si. No caso das mulheres, o uso conjunto com o EVI pode ajudar nos exercícios de kegel intensificando seus orgasmos e também melhorando muito o sexo com o parceiro durante a penetração vaginal.

Curiosidades do Mundo Animal

Para finalizar o artigo, que tal algumas curiosidades do mundo animal. Não é sempre que ouvimos falar da pratica de sexo dos animais, muito menos sobre sexo anal. Apesar de pouco divulgado, o fato é bastante comum. Separamos três delas especialmente para vocês:

  • Bisões Americanos: A forma que alguns bisões machos encontraram para manter a hierarquia é o sexo anal. Cientistas afirmam que a prática esta altamente relacionada com a dominação. Os bisões Alfa, portanto, não perdoam seus colegas com menos status. Um monta o outro com bastante agressividade. Como podem chegar a quase dois metros de altura e pesar quase uma tonelada, quem conseguir presenciar a cena notará muita brutalidade. Interações entre as fêmeas, no entanto, são bem raras. Outro fator que estimula esse tipo de sexo é a falta de opção. Como elas estão disponíveis para o acasalamento apenas uma vez por ano, sobra para o macho desprevenido que estiver por perto.
  • Peixe Mexerica: Um fato bizarro ocorre entre uma espécie de peixe encontrado em algumas regiões da Ásia e tem o nome de Peixe Mexerica. São bissexuais porque não sabem distinguir entre si, quem é o macho ou a fêmea. Não se trata, nesse caso, portanto, exatamente de uma adaptação evolutiva, mas do fruto de uma limitação de reconhecimento próprio da espécie. Os dois sexos são realmente muito parecidos e confundem muitos aquaristas na hora de colocar os dois sexos juntos no mesmo aquário. Entre os peixes mexerica então, ninguém é de ninguém e não se fala mais nisso.
  • Macacos Bonobos: E das terras da República Democrática do Congo, os macacos Bonobos são conhecidos pela sua passividade exagerada sendo conhecidos também como macacos hippies. Sexo faz parte da vida desses macacos que praticam o ato como nenhuma outra espécie. Eles fazem sexo para pedir desculpas, resolver conflitos, para parabenizar, e claro, na maioria das vezes, por puro prazer. Tanto os machos quanto as fêmeas se envolvem em sexo todos os dias. E rola de tudo. Passam o dia todo se estimulando. O sexo oral é extremamente comum. As fêmeas possuem um clitóris bem maior do que a das humanas e chegam ao orgasmo com muita facilidade. E algumas não perdem a oportunidade: “Uma fêmea pulou nos meus ombros, envolveu minha cabeça nos seus braços e tentou puxá-la para o seu clitóris. Eu não deixei”, diz Vanessa Woods, cientista que trabalhou e estudou a espécie. Qualquer semelhança com os humanos, é mera coincidência, ou não.

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